A greve dos servidores técnico-administrativos da Universidade do Estado de Mato Grosso está no seu segundo dia na intenção de que o governador Silval Barbosa atenda as reivindicações da categoria. Os 503 funcionários da Unemat pedem a revisão do Plano de Cargos, Carreira e Salários, a autonomia orçamentária e financeira da Unemat e a imediata nomeação de todos os aprovados no concurso público realizado em 2011.

A diretoria do Sindicato dos Técnicos da Educação Superior da Universidade do Estado de Mato Grosso (Sintesmat) aguarda para esta quarta-feira (17) uma reunião com o governador para que ele assine a mensagem de revisão do PCCS para a Assembleia Legislativa e que posicione a categoria quanto aos demais pontos de pauta.

Os servidores da Unemat estão com as atividades paralisadas em todos os 11 campi e também na sede da reitoria em Cáceres. Em cada cidade, o comando local de greve está organizando uma forma de explicar a população quais as reivindicações do movimento.

Em Cáceres, os servidores realizaram na manhã de hoje (16) uma carreata pelas principais ruas do município no sentido de chamar a atenção para a necessidade de que o governo estadual  implante de a autonomia da Unemat, descontigenciando o orçamento, autorizando a imediata nomeação dos servidores aprovados no concurso e revisando o plano de cargos, carreira e salários que está sem reajuste de salário nos últimos cinco anos.

O presidente do Sintesmat, Luiz Wanderlei dos Santos, lembra que a greve se faz necessária para que o governo implante de imediato esses benefícios. “Só com a autonomia de fato e de direito da Unemat é que poderemos ter uma universidade mais forte, melhor e que atenda cada vez mais a população de Mato Grosso. A direção da Unemat já demonstrou que tanto a nomeação dos técnicos como a implementação no novo PCCS cabem dentro do planejamento orçamentário e financeiro da instituição já aprovado pela emenda constitucional. Portanto, o que falta é o governo executar a autonomia da Unemat”, finaliza.

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